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Governo aposta em guinada rumo à jejum no combate às drogas

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Conselho aprovou a proposta do ministro Osmar Terra que suprime a política de diminuição de prejuízos Parecer aprovou a proposta do ministro Osmar Terreno que suprime a política de Redução de Danos

A atual política vernáculo sobre drogas, responsáveis por orientar o ajuda a usuários e dependentes químicos, e assentada mormente a arrebentar dos Centros de Auxílio Psicossociológico (CAPs), vai passar por mudanças decisivas.

O Parecer Pátrio de Políticas Sobre Drogas (Conad) aprovou em sua última reunião, na quarta-feira 1, a solução apresentada pelo ministro do Desenvolvimento Social e mentor, Osmar Terreno, que fundamenta a dominância da jejum e das chamadas Comunidades Terapêuticas, suprimindo a política de Redução de Danos, aprovada em 2005. No encontro, Osmar Terreno tachou os grupos favoráveis à política de Redução de Danos de incentivadores do consumo de entorpecentes.

Dos 22 conselheiros presentes – são 28 soma -, 16 votaram em prol da solução. Sabido por tutorar a internação compulsória, o ministro empregou o Projeto de Lei (PLC 37), de seu autoria e ainda em tramitação no Senado, como uma das bases da novidade diretriz. O projeto alinha as ações de combate às drogas com as internações compulsórias, e não distingue utilizador de dependente químico.

O documento do juízo pede ainda que o governo “atualize sua posição sobre drogas e segurança pública em organizações internacionais” para os pactos nos quais o Brasil seja subscritor, autorizando para a deliberação tenha como ser cumprida.

Para a representante no Conad do Juízo Federalista de Psicologia (CFP), Clarissa Guedes, a votação foi uma vitória pessoal de Osmar Terreno. Embora o ministro tenha tomado posse no oitavo mês de 2016 para a cadeira que cabe ao ministério do Desenvolvimento Social, numa autonomeação, Terreno nunca havia comparecido as reuniões. A reunião que antecedeu a aprovação da proposta do ministro foi feita no extinguir das luzes de 2018, poucos dias de antemão do Natal. Havia quando menos um ano que o recomendação não se reunia.

“A teoria deles era autenticar lá, porém pedimos o cumprimento do regimento, com discussões prévias sobre o ponto e o andamento de um equipe, o que é essencial, e que nos foi recusado, logo foi constituído um pedido de vista. Marcaram a reunião já para o início do ano, e acredito que porque o ministro irá se descompatibilizar do incumbência em breve para disputar as eleições. Aquele instante foi constituído para responder as bases políticas do ministro”, afirma a conselheira.

Longe disso das reuniões usuais do parecer, feita em uma sala geral no Ministério da Justiça, a reunião da aprovação ocorreu em um extensa salão de convenções com a participação da prensa, onde Terreno fez um longo exposição em resguardo das internações involuntárias e contra a descriminalização das drogas.

Clarissa deixou a reunião depois ter o seu pedido de vista refutado pelo presidente do juízo, o ministro da Justiça, Torquato Quintal. Este concedeu um pedido de vista coletivo na reunião de dezembro, agrupando todas e cada uma das posições contrárias, porém constituído em nome da União Vernáculo dos Estudantes (UNE), e negou os pedidos individuais feitos no dia 1º, o que é proibido pelo regimento do Conad.

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https://gauchazh.clicrbs.com.br/ultimas-noticias/tag/osmar-terra/

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